18/04/2017

RESENHA: SIMPLESMENTE O PARAÍSO - JULIA QUINN



Mais uma vez a nossa amada Julia Quinn nos presenteia com histórias, romances que fascinam o leitor a cada página. Com a sua nova série do livros, conhecemos o quarteto Smythe-Smith. Os Smythe-Smith é formado por moças, que se apresentam anualmente em um recital, até se casar com algum bom partido.




Em simplesmente o paraiso, o primeiro livro da série, conhecemos a história de Marcus Holrody e Honoria Smythe-Smithe. Narrado em terceira pessoa, a história se inicia contando a história de vida de Marcus, o seu relacionamento com o pai e o crescimento sem a presença da mãe, até que ele e mandando para um colégio interno, aonde conhece Daniel Smyhte-Smithe.


Daniel e Marcus criam um grande elo de amizade e se tornam inseparáveis, ao ponto de Marcus conviver muito mais com a família de seu amigo, aonde conhece a pequena Honoria, uma garotinha que tudo o que almeja e a atenção de seu irmão mais velho, que por diversas vezes a ignora.


Anos se passam, e após um incidente aonde Daniel teve que se ausentar da cidade, Honoria agora mais velha, tem a missão de encontrar um marido, porém mau sabe a nossa pobre mocinha que antes de seu irmão sumir, ele deixou a Marcus a missão de proteger a irmã de partidos que não lhje agradem, porém aos olhos de Marcus, nunca cara foi bom o suficiente para o Honoria.


Diferente da série os Bridgertons, o livro detalha sobre a infância dos seus personagens, até porque como disse antes Marcus tem um envolvimento com Honoria desde da infância.Os personagens foram muito bem criados, cada um com sua personalidade bastante forte, diferente da personagem do penultimo livro da série Bridgertons, que foi bastante fraca.

Um ponto que achei fraco na história foi a aparição de Anne, a governanta e personagem do próximo livro.Como sempre deixando um mistério no ar, a personagem não nos foi muito apresentada no livro, apenas deixando um mistério que irá se desenrolar no segundo livro.
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